sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Normas de organição e limpesa

Normas de Organização e Limpesa

* jogar lixo no lixo
* manter sua mesa limpa
* manter a ordem 
* manter a sala limpa
* organizar a sala
* cada um cuide seu espaço 

Proposta Ambiental

Proposta Ambiental
colocação de lixeiras para reciclagem 
planatar arvores nas vias públicas
Educar para a preservação : todos devemos fazer a nossa parte !!!

Soluções para o aquecimento global

Soluções para o Aquecimento Global
Exemplos de medidas para diminuir o aquecimento global, através do desenvolvimento sustentável
energia eólica, medida para combater o aquecimento global
Energia eólica: fonte de energia limpa para combater o aquecimento global
 
Introdução 
A emissão de gases poluentes tem provocado, nas últimas décadas, o fenômeno climático conhecido como efeito estufa. Este tem gerado o aquecimento global do planeta. Se este aquecimento continuar nas próximas décadas, poderemos ter mudanças climáticas extremamente prejudiciais para o meio ambiente e para a vida no planeta Terra.
Soluções para diminuir o Aquecimento Global
- Diminuir o uso de combustíveis fósseis (gasolina, diesel, querosene) e aumentar o uso de biocombustíveis (exemplo: biodíesel) e etanol.
- Os automóveis devem ser regulados constantemente para evitar a queima de combustíveis de forma desregulada. O uso obrigatório de catalisador em escapamentos de automóveis, motos e caminhões.
- Instalação de sistemas de controle de emissão de gases poluentes nas indústrias.
- Ampliar a geração de energia através de fontes limpas e renováveis: hidrelétrica, eólica, solar, nuclear e maremotriz. Evitar ao máximo a geração de energia através de termoelétricas, que usam combustíveis fósseis.
- Sempre que possível, deixar o carro em casa e usar o sistema de transporte coletivo (ônibus, metrô, trens) ou bicicleta.
- Colaborar para o sistema de coleta seletiva de lixo e de reciclagem.
- Recuperação do gás metano nos aterros sanitários.
- Usar ao máximo a iluminação natural dentro dos ambientes domésticos.
- Não praticar desmatamento e queimadas em florestas. Pelo contrário, deve-se efetuar o plantio de mais árvores como forma de diminuir o aquecimento global.
- Uso de técnicas limpas e avançadas na agricultura para evitar a emissão de carbono.
- Construção de prédios com implantação de sistemas que visem economizar energia (uso da energia solar para aquecimento da água e refrigeração).
  http://www.suapesquisa.com/pesquisa/solucoes_aquecimento_global.htm

Aquecimento Global

Dados e Fatos - Aquecimento Global
O termo aquecimento global refere-se ao aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra que se tem verificado nas décadas mais recentes e à possibilidade da sua continuação durante o corrente século. Se este aumento se deve a causas naturais ou antropogênicas (provocadas pelo homem) ainda é objeto de muitos debates entre os cientistas, embora muitos meteorologistas e climatólogos tenham recentemente afirmado publicamente que consideram provado que a ação humana realmente está influenciando na ocorrência do fenômeno.
O Intergovernmental Panel on Climate Change - IPCC - (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas, estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988) no seu relatório mais recente diz que a maioria do aquecimento observado durante os últimos 50 anos se deve muito provavelmente a um aumento do efeito estufa, causado pelo aumento nas concentrações de gases estufa de origem antropogênica (incluindo, para além do aumento de gases estufa, outras alterações como, por exemplo, as devidas a um maior uso de águas subterrâneas e de solo para a agricultura industrial e a um maior consumo energético e poluição).
Fenômenos naturais tais como variação solar combinados com vulcões provavelmente levaram a um leve efeito de aquecimento de épocas pré-industriais até 1950, mas um efeito de resfriamento a partir dessa data.
gases poluentes
 
Essas conclusões básicas foram endossadas por pelo menos 30 sociedades e comunidades científicas, incluindo todas as academias científicas nacionais dos principais países industrializados. A Associação Americana de Geologistas de Petróleo,e alguns poucos cientistas individuais não concordam em partes.
Modelos climáticos referenciados pelo IPCC projetam que as temperaturas globais de superfície provavelmente aumentarão no intervalo entre 1,1 e 6,4 °C entre 1990 e 2100.A variação dos valores reflete no uso de diferentes cenários de futura emissão de gases estufa e resultados de modelos com diferenças na sensibilidade climática. Apesar de que a maioria dos estudos tem seu foco no período de até o ano 2100, espera-se que o aquecimento e o aumento no nível do mar continuem por mais de um milênio, mesmo que os níveis de gases estufa se estabilizem.Isso reflete na grande capacidade calorífica dos oceanos.
Um aumento nas temperaturas globais pode, em contrapartida, causar outras alterações, incluindo aumento no nível do mar e em padrões de precipitação resultando em enchentes e secas. Podem também haver alterações nas freqüências e intensidades de eventos e de temperaturas extremas, apesar de ser difícil relacionar eventos específicos ao aquecimento global. Outros eventos podem incluir alterações na disponibilidade agrícola, recuo glacial, vazão reduzida em rios durante o verão, extinção de espécies e aumento em vetores de doenças.
Incertezas científicas restantes incluem o exato grau da alteração climática prevista para o futuro, e como essas alterações irão variar de região em região ao redor do globo. Existe um debate político e público para se decidir que ação se deve tomar para reduzir ou reverter o aquecimento futuro ou para adaptar às suas conseqüências esperadas. A maioria dos governos nacionais assinou e ratificou o Protocolo de Kyoto, que visa o combate a emissão de gases estufa.
enchente
 

O aquecimento global

segunda-feira 16 de janeiro de 2006
O Aquecimento global é um fenômeno climático de larga extensão—um aumento da temperatura média superficial global que vem acontecendo nos últimos 150 anos. Entretanto, o significado deste aumento de temperatura ainda é objecto de muitos debates entre os cientistas. Causas naturais ou antropogênicas (provocadas pelo homem) têm sido propostas para explicar o fenômeno.
Grande parte da comunidade científica acredita que o aumento de concentração de poluentes antropogênicos na atmosfera é causa do efeito estufa. A Terra recebe radiação emitida pelo Sol e devolve grande parte dela para o espaço através de radiação de calor. Os poluentes atmosféricos estão retendo uma parte dessa radiação que seria refletida para o espaço, em condições normais. Essa parte retida causa um importante aumento do aquecimento global.
A principal evidência do aquecimento global vem das medidas de temperatura de estações metereológicas em todo o globo desde 1860. Os dados com a correção dos efeitos de "ilhas urbanas" mostra que o aumento médio da temperatura foi de 0.6+-0.2 C durante o século XX. Os maiores aumentos foram em dois períodos: 1910 a 1945 e 1976 a 2000. (fonte IPCC).
Evidências secundárias são obtidas através da observação das variações da cobertura de neve das montanhas e de áreas geladas, do aumento do nível global dos mares, do aumento das precipitações, da cobertura de nuvens, do El Niño e outros eventos extremos de mau tempo durante o século XX.
Por exemplo, dados de satélite mostram uma diminuição de 10% na área que é coberta por neve desde os anos 60. A área da cobertura de gelo no hemisfério norte na primavera e verão também diminuiu em cerca de 10% a 15% desde 1950 e houve retração das montanhas geladas em regiões não polares durante todo o século XX.(Fonte: IPCC).
Causas
Mudanças climáticas ocorrem devido a factores internos e externos. Factores internos são aqueles associados à complexidade derivada do facto dos sistemas climáticos serem sistemas caóticos não lineares. Fatores externos podem ser naturais ou antropogênicos.
O principal factor externo natural é a variabilidade da radiação solar, que depende dos ciclos solares e do facto de que a temperatura interna do sol vem aumentando. Fatores antropogênicos são aqueles da influência humana levando ao efeito estufa, o principal dos quais é a emissão de sulfatos que sobem até a estratosfera causando depleção da camada de ozônio (fonte:IPCC)
Cientistas concordam que factores internos e externos naturais podem ocasionar mudanças climáticas significativas. No último milénio dois importantes períodos de variação de temperatura ocorreram: um período quente conhecido como Período Medieval Quente e um frio conhecido como Pequena Idade do Gelo. A variação de temperatura desses períodos tem magnitude similar ao do atual aquecimento e acredita-se terem sido causados por fatores internos e externos somente. A Pequena Idade do Gelo é atribuída à redução da atividade solar e alguns cientistas concordam que o aquecimento terrestre observado desde 1860 é uma reversão natural da Pequena Idade do Gelo ( Fonte: The Skeptical Environmentalist).
Entretanto grandes quantidades de gases tem sido emitidos para a atmosfera desde que começou a revolução industrial, a partir de 1750 as emissões de dióxido de carbono aumentaram 31%, metano 151%, óxido de nitrogênio 17% e ozônio troposférico 36% (Fonte IPCC).
A maior parte destes gases são produzidos pela queima de combustíveis fósseis. Os cientistas pensam que a redução das áreas de florestas tropicais tem contribuído, assim como as florestas antigas, para o aumento do carbono. No entanto florestas novas nos Estados Unidos e na Rússia contribuem para absorver dióxido de carbono e desde 1990 a quantidade de carbono absorvido é maior que a quantidade liberada no desflorestamento. Nem todo dióxido de carbono emitido para a atmosfera se acumula nela, metade é absorvido pelos mares e florestas.
A real importância de cada causa proposta pode somente ser estabelecida pela quantificação exacta de cada factor envolvido. Factores internos e externos podem ser quantificados pela análise de simulações baseadas nos melhores modelos climáticos.
A influência de fatores externos pode ser comparada usando conceitos de força radiotiva. Uma força radiotiva positiva esquenta o planeta e uma negativa o esfria. Emissões antropogênicas de gases, depleção do ozônio estratosférico e radiação solar tem força radioativa positiva e aerosóis tem o seu uso como força radiotiva negativa.(fonte IPCC).
Modelos climáticos
Simulações climáticas mostram que o aquecimento ocorrido de 1910 até 1945 podem ser explicado somente por forças internas e naturais (variação da radiação solar) mas o aquecimento ocorrido de 1976 a 2000 necessita da emissão de gases antropogênicos causadores do efeito estufa para ser explicado. A maioria da comunidade científica está actualmente convencida de que uma proporção significativa do aquecimento global observado é causado pela emissão de gases causadores do efeito estufa emitidos pela actividade humana. (Fonte IPC)
Esta conclusão depende da exactidão dos modelos usados e da estimativa correcta dos factores externos. A maioria dos cientistas concorda que importantes características climáticas estejam sendo incorrectamente incorporadas nos modelos climáticos, mas eles também pensam que modelos melhores não mudariam a conclusão. (Source: IPCC)
Os críticos dizem que há falhas nos modelos e que factores externos não levados em consideração poderiam alterar as conclusões acima. Os críticos dizem que simulações climáticas são incapazes de modelar os efeitos resfriadores das partículas, ajustar a retroalimentação do vapor de água e levar em conta o papel das nuvens. Críticos também mostram que o Sol pode ter uma maior cota de responsabilidade no aquecimento global actualmente observado do que o aceite pela maioria da comunidade científica. Alguns efeitos solares indirectos podem ser muito importantes e não são levados em conta pelos modelos. Assim, a parte do aquecimento global causado pela acção humana poderia ser menor do que se pensa actualmente. (Fonte: The Skeptical Environmentalist)
Efeitos
Devido aos efeitos potenciais sobre a saúde humana, economia e meio ambiente o aquecimento global tem sido fonte de grande preocupação. Algumas importantes mudanças ambientais tem sido observadas e foram ligadas ao aquecimento global. Os exemplos de evidências secundárias citadas abaixo (diminuição da cobertura de gelo, aumento do nível do mar, mudanças dos padrões climáticos) são exemplos das consequências do aquecimento global que podem influenciar não somente as actividades humanas mas também os ecosistemas. Aumento da temperatura global permite que um ecosistema mude; algumas espécies podem ser forçadas a sair dos seus habitats (possibilidade de extinção) devido a mudanças nas condições enquanto outras podem espalhar-se, invadindo outros ecossistemas.
Entretanto, o aquecimento global também pode ter efeitos positivos, uma vez que aumentos de temperaturas e aumento de concentrações de CO2 podem aprimorar a produtividade do ecosistema. Observações de satélites mostram que a produtividade do hemisfério Norte aumentou desde 1982. Por outro lado é fato de que o total da quantidade de biomassa produzida não é necessáriamente muito boa, uma vez que a biodiversidade pode no silêncio diminuir ainda mais um pequeno número de espécie que esteja florescendo.
Uma outra causa grande preocupação é o aumento do nível do mar. O nível dos mares está aumentando em 0.01 a 0.02 metros por década e em alguns países insulares no Oceano Pacífico são expressivamente preocupantes, porque cedo eles estarão debaixo de água. O aquecimento global provoca subida dos mares principalmente por causa da expansão térmica da água dos oceanos, mas alguns cientistas estão preocupados que no futuro, a camada de gelo polar e os glaciares derretam. Em consequência haverá aumento do nível, em muitos metros. No momento, os cientistas não esperam um maior derretimento nos próximos 100 anos. (Fontes: IPCC para os dados e as publicações da grande imprensa para as percepções gerais de que as mudanças climáticas).
Como o clima fica mais quente, a evaporação aumenta. Isto provoca pesados aguaceiros e mais erosão. Muitas pessoas pensam que isto poderá causar resultados mais extremos no clima como progressivo aquecimento global.
O aquecimento global também pode apresentar efeitos menos óbvios. A Corrente do Atlântico Norte,por exemplo, provocada por diferenças entre a temperatura entre os mares. Aparentemente ela está diminuindo conforme as médias da temperatura global aumentam, isso significa que áreas como a Escandinávia e a Inglaterra que são aquecidas pela corrente devem apresentar climas mais frios a despeito do aumento do calor global.
Painel Intergovernamental sobre as Mudanças do Clima (IPCC)
Como este é um tema de grande importância, os govenos precisam de previsões de tendências futuras das mudanças globais de forma que possam tomar decisões políticas que evitem impactos indesejáveis. O aquecimento global está sendo estudado pelo Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC). O último relatório do IPCC faz algumas previsões a respeito das mudanças climáticas. Tais previsões são a base para os actuais debates políticos e científicos.
As previsões do IPCC baseiam-se nos mesmos modelos utilizados para estabelecer a importância de diferentes factores no aquecimento global. Tais modelos alimentam-se dos dados sobre emissões antropogênicas dos gases causadores de efeito estufa e de aerosóis, gerados a partir de 35 cenários distintos, que variam entre pessimistas e optimistas. As previsões do aquecimento global dependem do tipo de cenário levado em consideração, nenhum dos quais leva em consideração qualquer medida para evitar o aquecimento global.
O último relatório do IPCC projecta um aumento médio de temperatura superficial do planeta entre 1,4 e 5,8º C entre 1990 a 2100. O nível do mar deve subir de 0,1 a 0,9 metros nesse mesmo período.
Apesar das previsões do IPCC serem consideradas as melhores disponíveis, elas são o centro de uma grande controvérsia científica. O IPCC admite a necessidade do desenvolvimento de melhores modelos analíticos e compreensão científica dos fenômenos climáticos, assim como a existência de incertezas no campo. Críticos apontam para o facto de que os dados disponíveis não são suficientes para determinar a importância real dos gases causadores do efeito estufa nas mudanças climáticas. A sensibilidade do clima aos gases estufa estaria sendo sobrestimada enquanto fatores externos subestimados.
Por outro lado, o IPCC não atribui qualquer probabilidade aos cenários em que suas previsões são baseadas. Segundo os críticos isso leva a distorções dos resultados finais, pois os cenários que predizem maiores impactos seriam menos passíveis de concretização por contradizerem as bases do racionalismo económico.
Convenção-Quadro Sobre Mudanças Climáticas e o Protocolo de Kioto
Mesmo havendo dúvidas sobre sua importância e causas, o aquecimento global é percebido pelo grande público e por diversos líderes políticos como uma ameaça potencial. Por se tratar de um cenário semelhante ao da tragédia dos comuns, apenas acordos internacionais seriam capazes de propôr uma política de redução nas emissões de gases estufa que, de outra forma, os países evitariam implementar de forma unilateral. Do Protocolo de Kioto a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas foram ratificadas por todos os países industrializados que concordaram em reduzir suas emissões abaixo do nível registrado em 1990. Ficou acertado que os países em desenvolvimento ficariam isentos do acordo. Contudo, President Bush, presidente dos os Estados Unidos — país responsável por cerca de um terço das emissões mundiais, decidiu manter o seu país fora do acordo. Essa decisão provocou uma acalorada controvérsia ao redor do mundo, com profundas ramificações políticas e ideológicas.
Para avaliar a eficácia do Protocolo de Kioto, é necessário comparar o aquecimento global com e sem o acordo. Diversos autores independentes concordam que o impacto do protocolo no fenômeno é pequeno (uma redução de 0,15 num aquecimento de 2ºC em 2100). Mesmo alguns defensores de Kioto concordam que seu impacto é reduzido, mas o vêem como um primeiro passo com mais significado político que prático, para futuras reduções. No momento, é necessária uma analise feita pelo IPCC para resolver essa questão.
O Protocolo de Kioto também pode ser avaliado comparando-se ganhos e custos. Diferentes análises econômicas mostram que o Protocolo de Kioto pode ser mais dispendioso do que o aquecimento global que procura evitar. Contudo, os defensores da proposta argumentam que enquanto os cortes iniciais dos gases estufa têm pouco impacto, eles criam um precedente para cortes maiores no futuro.
Fonte: www.jornaldomeioambiente.com.br
  

Mudanças Climaticas

Mudanças Climáticas
Alterações no clima da Terra, causas e consequências
Mudanças Climáticas, desertificação Mudanças Climáticas, derretimento das calotas polares
Desertificação e derretimento das calotas polares: duas consequências das mudanças climáticas
 
Introdução 
As mudanças climáticas são alterações que ocorrem no clima geral do planeta Terra. Estas alterações são verificadas através de registros científicos nos valores médios ou desvios da média, apurados durante o passar dos anos.
Fatores geradores
As mudanças climáticas são produzidas em diferentes escalas de tempo em um ou vários fatores meteorológicos como, por exemplo: temperaturas máximas e mínimas, índices pluviométricos (chuvas), temperaturas dos oceanos, nebulosidade, umidade relativa do ar, etc.

As mudanças climáticas são provocadas por fenômenos naturais ou por ações dos seres humanos. Neste último caso, as mudanças climáticas têm sido provocadas a partir da Revolução Industrial (século XVIII), momento em que aumentou significativamente a poluição do ar.

Consequências 
Atualmente as mudanças climáticas têm sido alvo de diversas discussões e pesquisas científicas. Os climatologistas verificaram que, nas últimas décadas, ocorreu um significativo aumento da temperatura mundial, fenômeno conhecido como aquecimento global. Este fenômeno, gerado pelo aumento da poluição do ar, tem provocado o derretimento de gelo das calotas polares e o aumento no nível de água dos oceanos. O processo de desertificação também tem aumentado nas últimas décadas em função das mudanças climáticas.
 
Dados e Fatos - Mudanças Climáticas
As mudanças climáticas acontecem em resposta ao aquecimento global, ou seja, em decorrência do aumento da temperatura nos oceanos e na atmosfera o clima do planeta passa a se comportar de maneira atípica, ocasionando alterações nas correntes de vento, nos volumes de chuva e nos fenômenos meteorológicos extremos, como furacões e tempestades.

Diversos estudos e observações mostram que as mudanças climáticas já estão trazendo sérios riscos à vida humana. Exemplo disso foi a onda de calor observada na Europa em 2003, que matou cerca de 20 mil pessoas e trouxe um período de seca ao continente, criando as condições para a ocorrência de incêndios generalizados como o que aconteceu em Portugal e que causou um prejuízo estimado em 1 bilhão de euros.

Cientistas alertam que as ondas de calor no mundo podem se tornar mais longas e freqüentes até o final do século e orientam a população a se prevenir contra o excesso de calor e a desidratação nos períodos de verão do hemisfério norte.
Outros fenômenos extremos podem estar associados às Mudanças Climáticas, como a forte estiagem que atingiu a Amazônia em 2005 e o sul do Brasil em 2006. Vale lembrar ainda o furacão Catarina que avançou sobre o litoral de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul no ano de 2004. Até então, um fenômeno deste tipo jamais foi observado na costa brasileira.
Como os cientistas fazem as previsões
As previsões climáticas são feitas com a utilização de “modelos” – espécie de super-programas de computador. A modelagem matemática é uma ferramenta indispensável quando se fala em previsão do tempo e do clima, pois ela é responsável por realizar complexos cálculos matemáticos e simular o comportamento da atmosfera no futuro.
A modelagem climática em grande escala consome enormes recursos de informática e é tão cara que cada ano apenas alguns experimentos podem ser realizados em todo o mundo”, afirma José A. Marengo no livro “Mudanças Climáticas Globais e seus Efeitos sobre a Biodiversidade” – uma publicação do Ministério do Meio Ambiente e Secretaria de Biodiversidade e Florestas.
Muito do que se verifica atualmente está próximo ao que foi previsto pelos modelos das décadas de 70/80, embora fossem simulações que consideravam apenas a atmosfera e a superfície terrestre como fatores de cálculo.
Entretanto, como a realidade é mais complexa do que as representações que fazemos dela, ao longo dos anos os modelos tiveram que evoluir a fim de transmitir informações mais confiáveis (Ver evolução dos modelos climáticos).
Os modelos atuais levam em consideração diversas variáveis em seus cálculos, como a temperatura e umidade do ar, a velocidade do vento, os gases presentes na atmosfera, a vegetação etc.
modelo numérico
 
A evolução dos modelos passou a incluir a vegetação como algo dinâmico, que se modifica com o passar do tempo e que por sua vez exerce diferentes influências sobre o tempo e o clima. Outra variável fundamental diz respeito aos oceanos, isto é, levar em consideração a relação entre atmosfera-oceano possibilita previsões mais sofisticadas e com índices maiores de acerto. Ainda assim, existem limitações e espaços para incerteza quanto às previsões climáticas.
De acordo com Marengo: “Até mesmo os modelos mais sofisticados são representações aproximadas de um sistema muito complexo, de forma que ainda não são infalíveis na previsão do clima futuro. Os modelos climáticos são usados como ferramentas para projeções de futuras mudanças do clima, como conseqüência de futuros cenários de forçamento climáticos (gás de efeito estufa e aerossóis). Sabe-se que existe um grau de incerteza do futuro cenário climático do planeta e em particular no Brasil”.
A evolução dos modelos, portanto, deve considerar ainda outros fatores, e entre eles a economia, para garantir previsões mais complexas e confiáveis; mas isso deve ficar para alguns anos mais à frente.
 
Impacto das Mudanças Climáticas
Embora seja um fenômeno global, as Mudanças Climáticas não atingem igualmente todas as pessoas. A população de baixa renda sem dúvida alguma é a mais prejudicada pelos fenômenos extremos que causam enchentes, destruição e doenças.
As enchentes de Bangladesh – país asiático localizado à leste da Índia – são exemplos de que a falta de infra-estrutura associada às chuvas intensas pode levar quase um país inteiro ao caos. Em 2004 cerca de 65% de Bangladesh ficou inundado devido a precipitações acima do normal e muitas cidades sofreram com surtos de doenças, pois a água da chuva se misturou aos esgotos dos municípios.
O furacão Katrina nos Estados Unidos também fez suas vítimas. Considerado como um dos furacões mais destrutivos da história, o Katrina arrasou a cidade de Nova Orleans em 2005 e mostrou ao mundo a vulnerabilidade da população pobre e negra frente aos desastres naturais (Ver mais em Desastres Naturais).
 

Protocolo de Kyoto

Protocolo de Kyoto


O Protocolo de Kyoto é fruto da preocupação com o aquecimento global.
Esse Protocolo tem como objetivo firmar acordos e discussões internacionais para conjuntamente estabelecer metas de redução na emissão de gases-estufa na atmosfera, principalmente por parte dos países industrializados, além de criar formas de desenvolvimento de maneira menos impactante àqueles países em pleno desenvolvimento.

Diante da efetivação do Protocolo de Kyoto, metas de redução de gases foram implantadas, algo em torno de 5,2% entre os anos de 2008 e 2012. O Protocolo de Kyoto foi implantado de forma efetiva em 1997, na cidade japonesa de Kyoto, nome que deu origem ao protocolo. Na reunião, oitenta e quatro países se dispuseram a aderir ao protocolo e o assinaram, dessa forma se comprometeram a implantar medidas com intuito de diminuir a emissão de gases.

As metas de redução de gases não são homogêneas a todos os países, colocando níveis diferenciados de redução para os 38 países que mais emitem gases, o protocolo prevê ainda a diminuição da emissão de gases dos países que compõe a União Européia em 8%, já os Estados Unidos em 7% e Japão em 6%. Países em franco desenvolvimento como Brasil, México, Argentina, Índia e principalmente a China, não receberam metas de redução, pelo menos momentaneamente.

O Protocolo de Kyoto não apenas discute e implanta medidas de redução de gases, mas também incentiva e estabelece medidas com intuito de substituir produtos oriundos do petróleo por outros que provocam menos impacto. Diante das metas estabelecidas o maior emissor de gases do mundo, Estados Unidos, se desligou em 2001 do protocolo, alegando que a redução iria comprometer o desenvolvimento econômico do país.

As etapas do Protocolo de Kyoto

Em 1988, ocorreu na cidade canadense de Toronto a primeira reunião com líderes de países e classe científica para discutir sobre as mudanças climáticas, na reunião foi dito que as mudanças climáticas têm impacto superado somente por uma guerra nuclear. A partir dessa data foram sucessivos anos com elevadas temperaturas, jamais atingidas desde que iniciou o registro.

Em 1990, surgiu o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática), primeiro mecanismo de caráter científico, tendo como intenção alertar o mundo sobre o aquecimento do planeta, além disso, ficou constatado que alterações climáticas são principalmente provocadas por CO2 (dióxido de carbono) emitidos pela queima de combustíveis fósseis.

Em 1992, as discussões foram realizadas na Eco-92, que contou com a participação de mais de 160 líderes de Estado que assinaram a Convenção Marco Sobre Mudanças Climáticas.

Na reunião, metas para que os países industrializados permanecessem no ano de 2000 com os mesmos índices de emissão do ano de 1990 foram estabelecidas. Nesse contexto as discussões levaram à conclusão de que todos os países, independentemente de seu tamanho, devem ter sua responsabilidade de conservação e preservação das condições climáticas.

Em 1995, foi divulgado o segundo informe do IPCC declarando que as mudanças climáticas já davam sinais claros, isso proveniente das ações antrópicas sobre o clima. As declarações atingiram diretamente os grupos de atividades petrolíferas, esses rebateram a classe científica alegando que eles estavam precipitados e que não havia motivo para maiores preocupações nessa questão.

No ano de 1997, foi assinado na cidade japonesa o Protocolo de Kyoto, essa convenção serviu para firmar o compromisso, por parte dos países do norte (desenvolvidos), em reduzir a emissão de gases. No entanto, não são concretos os meios pelos quais serão colocadas em prática as medidas de redução e se realmente todos envolvidos irão aderir.

Em 2004 ocorreu uma reunião na Argentina que fez aumentar a pressão para que se estabelecessem metas de redução na emissão de gases por parte dos países em desenvolvimento até 2012.

O ano que marcou o início efetivo do Protocolo de Kyoto foi 2005, vigorando a partir do mês de fevereiro. Com a entrada em vigor do Protocolo de Kyoto, cresceu a possibilidade do carbono se tornar moeda de troca. O mercado de créditos de carbono pode aumentar muito, pois países que assinaram o Protocolo podem comprar e vender créditos de carbono.

Na verdade o comércio de carbono já existe há algum tempo, a bolsa de Chicago, por exemplo, já negociava os créditos de carbono ao valor de 1,8 dólares por tonelada, já os programas com consentimento do Protocolo de Kyoto conseguem comercializar carbono com valores de 5 a 6 dólares a tonelada.
Assinado Ratificado/Aceito Assinatura das dependências
1 Fiji 17 de Setembro de 1998 17 de Setembro de 1998
2 Antígua e Barbuda 16 de Março de 1998 3 de Novembro de 1998
3  Tuvalu 16 de Novembro de 1998 16 de Novembro de 1998
4 Maldivas 16 de Março de 1998 30 de Dezembro de 1998
5  Turquemenistão 28 de Setembro de 1998 11 de Janeiro de 1999
6 Trinidad e Tobago 7 de Janeiro de 1999 28 de Janeiro de 1999
7  Panamá 8 de Junho de 1998 5 de Março de 1999
8 Bahamas
9 de Abril de 1999
9  Geórgia
16 de Junho 1999
10 Estados Federados da Micronésia 17 de Março de 1998 21 de Junho de 1999
11  Jamaica
28 de Junho de 1999
12  Chipre
16 de Julho de 1999
13 Paraguai 25 de Agosto de 1998 27 de Agosto de 1999
14  Guatemala 10 de Julho de 1998 5 de Outubro de 1999
15  Uzbequistão 20 de Novembro de 1998 12 de Outubro de 1999
16 Nicarágua 7 de Julho de 1998 18 de Novembro de 1999
17  Bolívia 29 de Julho de 1998 30 de Novembro de 1999
18 Palau
10 de Dezembro de 1999
19 Mongólia
15 de Dezembro de 1999
20 Equador 15 de Janeiro de 1999 13 de Janeiro de 2000
21 El Salvador 8 de Junho de 1998 13 de Janeiro de 2000
22 Honduras 25 de Fevereiro de 1999 19 de Julho de 2000
23 Barbados
7 de Agosto de 2000
24 Guiné Equatorial
16 de Agosto de 2000
25 Lesoto
6 de Setembro de 2000
26 Guiné
7 de Setembro de 2000
27 Kiribati
7 de Setembro de 2000
28  México 9 de Junho de 1998 7 de Setembro de 2000
29  Azerbaijão
28 de Setembro de 2000
30 Samoa 16 de Março de 1998 27 de Novembro de 2000
31 Uruguai 29 de Julho de 1998 5 de Fevereiro de 2001
32  Roménia 5 de Janeiro de 1999 19 de Março de 2001
33 Maurícia
9 de Maio de 2001
34 Gâmbia
1 de Junho de 2001
35  Vanuatu
17 de Julho de 2001
36 Senegal
20 de Julho de 2001
37 Nauru
16 de Agosto de2001
38 Argentina 16 de Março de 1998 28 de Setembro de 2001
39 Burundi
18 de Outubro de 2001
40 Bangladesh
22 de Outubro de 2001
41 Malawi
26 de Outubro de 2001
42  Malta 17 de Novembro de 1998 11 de Novembro de 2001
43  República Tcheca 23 de Novembro de 1998 15 de Novembro de 2001
44  Colômbia
30 de Novembro de 2001
45  Marrocos
25 de Janeiro de 2002
46 República Dominicana
12 de Fevereiro de 2002
47 Benim
25 de Fevereiro de 2002
48 Djibouti
12 de Março de 2002
49 Uganda
25 de Março de 2002
50 Mali 27 de Janeiro de 1999 28 de Março de 2002
51 Papua-Nova Guiné 2 de Março de 1999 28 de Março de 2002
52  Cuba 15 de Março de 1999 30 de Abril de 2002
53  Islândia
23 de Maio de 2002
54  Noruega 29 de Abril de 1998 30 de Maio de 2002
-- União Europeia 29 de Abril de 1998 31 de Maio de 2002 Todos os membros da União Européia (do 55 à 70) assinaram simultaneamente.
55  Áustria 24 de Setembro de 1998 31 de Maio de 2002
56  Bélgica 29 de Abril de 1998 31 de Maio de 2002
57  Dinamarca 29 de Abril de 1998 31 de Maio de 2002 Gronelândia : aplicado
Ilhas Feroé : não aplicado
58  Finlândia 29 de Abril de 1998 31 de Maio de 2002
59  França 29 de Abril de 1998 31 de Maio 2002 Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica,  Reunião: aplicado
Polinésia Francesa,  Nova Caledônia,  Wallis e Futuna,  Terras Austrais e Antárticas Francesas, Mayotte,  Saint-Pierre e Miquelon: não aplicado
60  Alemanha 29 de Abril de 1998 31 de Maio de 2002
61  Grécia 29 de Abril de 1998 31 de Maio de 2002
62  Irlanda 29 de Abril de 1998 31 de Maio de 2002
63  Itália 29 de Abril de 1998 31 de Maio de 2002
64  Luxemburgo 29 de Abril de 1998 31 de Maio de 2002
65  Países Baixos 29 de Abril de 1998 31 de Maio 2002 Aruba: não aplicado
Antilhas Holandesas: não aplicado
66  Portugal 29 de Abril de 1998 31 de Maio de 2002
67  Eslováquia 26 de Fevereiro de 1998 31 de Maio de 2002
68  Espanha 29 de Abril de 1998 31 de Maio de 2002
69  Suécia 29 de Abril de 1998 31 de Maio de 2002
70  Reino Unido 29 de Abril de 1998 31 de Maio de 2002
71  Japão 28 de Abril de 1998 4 de Junho de 2002
72  Letônia 14 de Dezembro de 1998 5 de Julho de 2002
73 Seychelles 20 de Março de 1998 22 de Julho de 2002
74 África do Sul
31 de Julho de 2002
75  Eslovênia 21 de Outubro de 1998 2 de Agosto de 2002
76 Granada
6 de Agosto de 2002
77 Costa Rica 27 de Abril de 1998 9 de Agosto de 2002
78  Bulgária 18 de Setembro de 1998 15 de Agosto de 2002
79  Hungria
21 de Agosto de 2002
80 Camboja
22 de Agosto de 2002
81 Brasil 29 de Abril de 1998 23 de Agosto de 2002
82 Butão
26 de Agosto de 2002
83  Chile 17 de Junho de 1998 26 de Agosto de 2002
84  Índia
26 de Agosto de 2002
85 Tanzânia
26 de Agosto de 2002
86 Camarões
28 de Agosto de 2002
87  Tailândia 2 de Fevereiro de 1999 28 de Agosto de 2002
88  República Popular da China 29 de Maio de 1998 30 de Agosto de 2002  Hong Kong: aplicado desde 8 de Abril de 2003
Macau: não aplicado
89 Sri Lanka
3 de Setembro de 2002
90  Malásia 12 de Março de 1999 4 de Setembro de 2002
91  Peru 13 de Novembro de 1998 12 de Setembro de 2002
92 Vietname 3 de Dezembro de 1998 25 de Setembro de 2002
93  Estônia 3 de Dezembro de 1998 14 de Outubro de 2002
94 Libéria
5 de Novembro de 2002
95  Coreia do Sul 25 de Setembro de 1998 8 de Novembro de 2002
96  Polónia / Polônia 15 de Julho de 1998 13 de Dezembro de 2002
98  Nova Zelândia 22 de Maio de 1998 19 de Dezembro de 2002 Niue: assinado em 8 de Dezembro de 1998, ratificado em 6 de Maio de 1999
Ilhas Cook: assinado em 16 de Setembro de 1998, ratificado 27 de Agosto de 2001
 Toquelau: não aplicado
99  Lituânia 21 de Setembro de 1998 3 de Janeiro de 2003
100 Jordânia
17 de Janeiro de 2003
101  Tunísia
22 de Janeiro de 2003
102 Laos
6 de Fevereiro de 2003
103 Ilhas Salomão 29 de Setembro de 1998 13 de Março de 2003
104  Moldávia
22 de Abril de 2003
105  Arménia
25 de Abril de 2003
106  Quirguistão
13 de Maio de 2003
107 Gana
30 de Maio de 2003
108 Suíça 16 de Março de 1998 9 de Julho de 2003
109 Guiana
5 de Agosto de 2003
110 Botsuana
8 de Agosto de 2003
111 Ilhas Marshall 17 de Março de 1998 11 de Agosto de 2003
112 Mianmar

13 de Agosto de 2003
113 Santa Lúcia 16 de Março de 1998 20 de Agosto de 2003
114 Namíbia
4 de Setembro de 2003
115 Madagáscar
24 de Setembro de 2003
116 Belize
26 de Setembro de 2003
117 Filipinas 15 de Abril de 1998 20 de Novembro de 2003
118  Israel 16 de Dezembro de 1998 15 de Março de 2004
119  Ucrânia 15 de Março de 1999 12 de Abril de 2004
120 Togo
2 de Julho de 2004
121 Ruanda
22 de Julho de 2004
122 Iémen/Iêmen
15 de Setembro de 2004
123 Níger 23 de Outubro de 1998 30 de Setembro de 2004
124 Sudão
2 de Novembro de 2004
125  Rússia 11 de Março de 1999 18 de Novembro de 2004 Com a ratificação da Rússia, a cláusula de "55% das emissões de CO2 em 1990 das Partes inclusas no Anexo I" foi satisfeita e o tratado entrou em vigor, efetivamente a partir de 16 de Fevereiro de 2005.
126  Macedónia
18 de Novembro de 2004
127 Indonésia 13 de Julho de 1998 3 de Dezembro de 2004
128  Liechtenstein 29 de Junho de 1998 3 de Dezembro de 2004
129 Nigéria
10 de Dezembro de 2004
130 São Vicente e Granadinas 19 de Março de 1998 31 de Dezembro de 2004
131 Paquistão
11 de Janeiro de 2005
132  Qatar
11 de Janeiro de 2005
133  Egito 15 de Março de 1999 12 de Janeiro de 2005
134  Moçambique
18 de Janeiro de 2005
135 Omã
19 de Janeiro de 2005
136 Dominica
25 de Janeiro de 2005
137 Emirados Árabes Unidos
26 de Janeiro de 2005
138 Arábia Saudita
31 de Janeiro de 2005
139  Argélia
16 de Fevereiro de 2005
140  Venezuela
18 de Fevereiro de 2005
141  Quênia
25 de Fevereiro de 2005
142 Kuwait
11 de Março de 2005
143 República Democrática do Congo
23 de Março de 2005
144 Burkina Faso
31 de Março de 2005
145  Albânia
1 de Abril de 2005
146  Etiópia
14 de Abril de 2005
147 Coreia do Norte
27 de Abril de 2005
148 Haiti
6 de Julho de 2005
149 Mauritânia
22 de Julho de 2005
150 Eritreia
28 de Julho de 2005
151  Irã
22 de Agosto de 2005
152 Bielorrússia
26 de Agosto de 2005
153 Nepal
16 de Setembro de 2005
154 Guiné-Bissau
18 de Novembro de 2005
155 Suazilândia
13 de Janeiro de 2006
156  Síria
27 de Janeiro de 2006
157 Bahrein
31 de Janeiro de 2006
158 Cabo Verde
10 de Fevereiro de 2006
159 Mónaco 29 de Abril de 1998 27 de Fevereiro de 2006
160  Singapura
12 de Abril de 2006
161  Zâmbia 5 de Agosto de 1998 7 de Julho de 2006
162 Líbia
24 de Agosto de 2006
163 Suriname
25 de Setembro de 2006
164 Serra Leoa
10 de Novembro de 2006
165 Gabão
12 de Novembro de 2006
166 Líbano
13 de Dezembro de 2006
167 República do Congo
12 de Fevereiro de 2007
168  Bósnia e Herzegovina
16 de Abril de 2007
169 Costa do Marfim
23 de Abril de 2007
170  Croácia 11 de Março de 1999 27 de Abril de 2007
171 Angola
8 de Maio de 2007
172  Austrália
3 de Dezembro de 2007
179  Turquia 4 de Junho de 2008 5 de Fevereiro de 2009

Não assinado e não ratificado